22 de mai. de 2013

(...)


No trabalho, um dia mais que exaustivo. Não doía só a cabeça... Torci para não encontrar conhecidos no ônibus ou em qualquer outro lugar, porque o nó na garganta era grande e a qualquer momento eu poderia desabar. E foi assim que eu voltei, olhando pela janela do ônibus, mas sem prestar atenção em nada. E a única coisa que eu queria era que algo extraordinário acontecesse no fim do dia. Pra anular qualquer infortúnio que tivesse me roubado um sorriso. Não aconteceu...

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