O dia em que eu disse: "Eu te amo".
Depois de "séculos" numa briga interior louca e aparentemente sem sentido, tomei coragem de dizer ainda que baixinho e toda tímida, o temido "Eu te amo". Foi como tirar um peso das costas... Porque foi uma loucura quando me dei conta que estava sentindo isso depois de prometer a mim mesma que jamais diria coisa do tipo outra vez, á quem quer que seja, ainda que estivesse doida pra dizer. Não era orgulho, era medo mesmo. Aí fiquei intrigada, dava uma de "João sem braço", fingia que não era nada disso, negava até á morte. Até que acabei dizendo... Não me arrependi, afinal eu creio estar amando alguém digno disso. Não é nada estranho amar o meu melhor amigo, o homem da minha vida, meu futuro esposo e quem sabe pai dos meus futuros filhos. Seria estranho não amá-lo, com tantas virtudes que tem, com tanto carinho e cuidado que sente por mim. Tinha que amar mesmo, já amei quem no fundo, no fundo não merecia; nada mais justo que amar o homem que teve a paciência de esperar que eu estivesse pronta, curada dos meus medos e traumas pra enfim ter a chance de viver algo só nosso. Então é isso.
E como diz a música:
"O meu melhor amigo é o meu amor... ♥"
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