Já foram tantas no silêncio da noite... Tantas que jamais poderia contar. Muitas feridas antigas somando com as novas, dores, lágrimas e soluços. Depois vem a calmaria, aquele silêncio, aquele vento que aquieta a alma. É quando você sente a mão de Deus no ombro e lembra que não está só. Nunca esteve.
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