17 de jun. de 2015

Que fique para trás...




 Que eu saiba me desprender do que não floresce, do que me entristece, do que me limita, do que me sufoca. E que fique para trás lembranças de pessoas vazias, outrora queridas, de palavras frias tanto quanto quem as proferiu. Que permaneça essa minha vontade de continuar apesar das bagagens pesadas que sou obrigada a deixar para trás, e que eu faça isso de cabeça erguida, disposta a seguir em frente, certa de que faz parte da vida, certa de que algumas perdas ferem, mas o tempo cura. E descobre que é capaz de distinguir quem você realmente precisa manter na sua vida e no seu peito, e já não lamenta essa verdade incontestável e necessária. Aprendi e continuei. Foi o que me restou fazer. 

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